A importância do café na cultura paulista

A importância do café na cultura paulista

Já falamos sobre os tipos de cafés e do porquê os brasileiros gostam tanto desta bebida. Também compartilhamos deliciosas receitas de café, além de detalhes sobre a profissão de barista. Agora, chegou a hora de partilharmos um pouco sobre a importância do café na cultura paulista, bebida que fez parte da história e do desenvolvimento econômico do estado de São Paulo.

Tudo começou ao norte do Brasil, mais precisamente em Belém, em 1727 quando o sargento Francisco de Mello Palheta, da Guiana Francesa, trouxe uma muda de café tipo arábica escondida em sua bagagem. Por volta de 1920, o café atingiu a posição de produto-base da economia brasileira.

Falando mais especificamente sobre o café na cultura paulista, devido à rápida expansão das lavouras de café no Vale do Paraíba, a partir do século XIX, houve a necessidade de ampliar as vias férreas em São Paulo. Na época, a exportação do café de São Paulo era feita pelo Porto de Santos.

O solo e o clima de São Paulo sempre foram propícios para o cultivo de café; a produtividade ganhava disparado em comparação aos demais estados do país. Assim, uma nova classe paulista, a “Burguesia do Café”, começou a desenvolver uma economia capitalista. Os grandes lucros decorrentes da exportação do café enriqueceram os fazendeiros. Com isso, começaram a surgir as elegantes mansões dos “Barões do Café”, construções urbanas exuberantes e alguns teatros na capital.

O interior da província de São Paulo, na área conhecida como “Oeste Paulista”, foi o local de expansão da produção cafeeira após a decadência das lavouras do Vale do Paraíba. A existência da chamada “terra roxa”, muito fértil, garantiu o aumento da produção nessa região.

Inicialmente, a produção do café dependia da força do trabalho escravo vindo da África. Posteriormente, em virtude da proibição dessa mão-de-obra, operários, imigrantes e representantes da chamada classe média assumiram as atribuições relativas ao então emergente segmento da economia.

O controle da economia cafeeira era feito pelo Departamento Nacional do Café, criado em 1933 e o controle da produção, pelo Instituto Brasileiro do Café – I.B.C., criado em 1952.

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