Café tipo exportação – qual a diferença?

Café tipo exportação – qual a diferença?

Como vimos no post anterior “a importância do café na cultura paulista” a vinda da primeira muda de café em 1727 foi responsável pelo desenvolvimento do Brasil e do estado de São Paulo. Agora, vamos conhecer um pouco sobre o Café tipo exportação e porque ele é tão especial.

O registro da primeira remessa de café brasileiro ao exterior data do ano de 1779. Foram 79 arrobas (cada arroba = 15 kg), aproximadamente 20 sacas ou 1185 kg de café. Menos de 30 anos depois, em 1806, as exportações já chegavam a 80 mil arrobas.

“Ouro Verde brasileiro” foi o apelido que o café recebeu por ter sido a principal riqueza do país entre os anos de 1800 e 1929.

A exportação brasileira do café começou a crescer a partir de 1816. Da década de 1830 em diante o produto assumiu a liderança das exportações do país, com mais de 40% do total. Dez anos mais tarde o Brasil tornou-se o maior produtor mundial de café, e nos anos 1870, o produto passou chegou a representar mais de 50% do valor das exportações.

Em 1999, final do século XX, surge o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CECAFE, entidade criada para representar o setor exportador nacional.

Hoje, a cafeicultura brasileira está representada em 15 estados, e o Brasil é o maior exportador de café do mundo. Em 2017, as exportações bateram a casa de 36,8 milhões de sacas.

O café tipo exportação, inclusive em termos de saúde, é bem diferente dos demais cafés. É derivado da planta Arábica enquanto os comuns, da planta Robusta ou também conhecida como Conilon. O café arábica se diferencia, sobretudo, pelos seguintes elementos:

• É mais adocicado com sabores e aromas mais suaves;
• Tem bem pouca cafeína;
• Por ter menos cafeína não provoca azias e gastrites;
• É plantado entre 600 e 2000 metros do nível do mar.

O Brasil, seguido pela Colômbia, é o maior exportador de café do mundo e também o maior produtor de café arábica, sendo sua maior produção concentrada em São Paulo. O maior consumidor do café exportado pelo Brasil são os E.U.A.

Todo café arábica é pontuado por classificadores certificados pela Specialty Coffee Association of America (SCAA), que possui o melhor padrão para aferir as características dos cafés.

De acordo com o CECAFE, no mês de agosto de 2018 o Brasil exportou 3,4 milhões de sacas de café, o que representa um crescimento de 30,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Instituto Agronômico de Campinas (IAC), outro bom aferidor das propriedades do café, tem pesquisas sobre o óleo essencial extraído de grãos verdes. Acredite se quiser: este óleo possui propriedades cosméticas de hidratação e proteção da pele contra a radiação UVB.

Continue nos acompanhando, pois no próximo post trataremos do consumo de café na Primavera que vem chegando!

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